25 de março de 2012

A mão humana

Quantos dedos você tem em cada mão? 5? 6? Sugiro que corte todos (:

O corpo humano.
A máquina humana.

Corpo humano: A máquina.

A máquina é meu piru tomando chuva num belo dia de primavera :@

O ser humano é uma das coisas mais ridículas do mundo, só perdendo para as obras dos seres humanos, como por exemplo plantação de gengibre.
Mas não estou aqui para falar do gengibre.

Estamos aqui hoje reunidos para unir este homem e esta mulher para discutir como o corpo humano é o maior estorvo de todas as coisas já criadas.

Pra começar, pense no corpo humano em pé.
Agora jogue o corpo pra cima e imagine um furacão vindo.



Vai parecer uma aranha maldita.
Toda arreganhada.

De longe só se vê o tronco, a cabeça, braços e pernas.
Quer dizer, o que era pra ser uma só estaca cilíndrica vertical, na verdade é um canivete de 6 ferramentas inúteis.

Vamos por partes:


Cabeça
Bate e a pessoa morre na hora.

Tronco
Fura que a pessoa morre na hora.

Pernas
Faz um corte nas juntas com o tronco que perfure a femoral que a pessoa tem hemorragia e morre depois de 2 minutos.

Braços
Chegamos na parte que interessa.

Na junta do braço com o tronco encontram-se as axilas.
Um dos locais mais perigosos dentro de um ônibus lotado num dia de verão.

No meio do braço, há uma junta de ossos denominada cotovelo.
É um extraordinário sistema impositor de suicídio.

Funciona assim: você procura um local com um canto vivo (pode ser uma estante ou prateleira), aponta seu cotovelo, fica de costas e agita seu braço loucamente até que você bata o cotovelo no canto vivo e fique com todos dos membros superiores dormentes e latejando.

Por fim, temos, nas extremidades dos braços, a parte mais ridícula do corpo humano: as mãos.


As mãos nada mais são do que uma subdivisão enraizada do corpo.
Ela divide o braço em mais 5 partes.

Cada uma dessas partes, denominadas dedos tem uma habilidade infinita de enroscar em qualquer coisa.
Seja em sacolas, cabelos, fios, moedas (?), bater em cantos quaisquer (mais para os pés) fornecendo à pessoa uma vontade imensa de nunca ter sido concebida.

Com base no texto acima, pode-se concluir que: HOJE É DOMINGO.

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